Como funciona o alarme veicular e suas limitações

December 21, 2017

O alarme automotivo é um dispositivo antifurto que tem a função de intimidar ladrões e evitar violação do carro através do disparo da sirene e das setas,  alertando as pessoas e as autoridades próximas que seu carro está sendo violado.

 

Basicamente, o alarme veicular é constituído de três partes principais:

 

  • Sensores – sensor de porta, ultrassom, pressão, impacto, acelerêmetro, inclinação – que monitoram o estado do veículo enviando informações ao sistema de controle;

  • Sirene e luzes para alerta – recebem comando da unidade de controle para alertar sobre possível incidente;

  • Unidade de controle – recebe e processa informações que vieram dos sensores e envia comandos para  acender as luzes e soar a sirene.

 

Além desses componentes, os alarmes veiculares também possuem controle remoto – transmissor de rádio frequência que emite sinais codificados -  para armar, desarmar, controlar e configurar o dispositivo, além do receptor de radiofrequência e fonte alternativa de alimentação para garantir pleno funcionamento do sistema em caso de corte da alimentação da bateria veicular. É importante notar que a trava de portas por controle remoto é diferente do alarme, ou seja, é possível que o carro possua sistema de travamento de portas mas não tenha o alarme instalado. Para saber se o carro possui alarme de fábrica é preciso verificar o manual do veículo e procurar por “alarme” ou “sistema de segurança anti-furto”.

 

TIPOS DE ALARMES

 

A maior diferença entre os alarmes veiculares encontra-se nos tipos de sensores que são instalados no veículo, o que está diretamente relacionado ao tipo de incidente que pode ser detectado. Existem dois tipos principais de alarmes veiculares: os perimétricos e os volumétricos. Segundo a engenharia da Ford, o alarme perimétrico é um impedimento contra o acesso não autorizado ao seu vculo através das portas, da tampa do porta-malas ou capô. Muitos desses alarmes possuem também conexão com o sistema de ignição do carro, de modo que quando o mesmo for ligado com o alarme ativado um sinal é enviado a central de controle para acionar o sistema. Esse é o tipo de alarme mais comum nos carros saídos de fábrica. 

 

Já os alarmes volumétricos possuem sensores ultrassom, além dos sensores de porta, que, segundo a marca de alarmes Olimpus, tem como objetivo informar a central de comando do alarme caso a comunicação entre suas cápsula (o sinal emitido e recebido por elas) seja  interrompida. Isso ocorrerá, por exemplo, quando houver quebra dos vidros do veículo com o alarme ativado, ocasionando disparo das setas e da sirene do alarme.  Além disso, segundo engenharia da Ford os sensores atuam como um impedimento contra acesso não autorizado ao detectar qualquer movimento no interior do veículo.

 

CUIDADO COM JAMMERS

 

O acionamento do alarme automotivo e o travamento das portas do veículo dependem do envio do sinal do controle remoto para o carro. Em muitos casos, criminosos utilizam um dispositivo, o jammer ou “chapolin”, que emitem um sinal para interferir com o sinal enviado pelo controle do alarme, impedindo o travamento das portas e acionamento do alarme. 

 

O Interakt – Smart Security auxilia nessas situações. O sistema é uma solução de conectividade integrada ao alarme automotivo que proporciona uma maior experiência de segurança ao proprietário de veículo através de alerta sobre incidentes, rastreamento e botão de pânico. Caso o sinal de travamento das portas seja bloqueado mas o usuário tenha “armado” o sistema, ele será notificado no momento em que a porta do seu carro for aberta pelo criminoso, podendo agir mais rapidamente junto as autoridades para solucionar o problema.

 

 

 

 

Henrique Lima é Cofundador e Diretor Financeiro da Interakt com formação acadêmica na Universidade Federal da Bahia e University of Sheffield e experiência profissional na Bosch. 

 

 

 

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